quarta-feira, 12 de abril de 2017

de volta ao Museu Militar

É verdade, já passou um tempinho mas, a verdade, é que o meu scanner tem das suas coisas e só agora consegui digitalizar tudo duma ponta à outra.

A visita ao Museu Militar começou com uma aula de esgrima medieval de manhã, pelo que não deu lá muito para desenhar enquanto tentava escapar a golpes que chegavam de todo o lado. Quando arrumámos as espad..., oops(!), os simuladores, lá saímos para almoçar. Acabámos por seguir com um grupo de gente porreira até ao Jardim de São Lázaro, e almoçámos no Duas de Letra.

Já de regresso, subi as escadas do museu de caderno em riste e comecei logo por atacar as miniaturas.

22. Banda de Infantaria de Linha

Acontece que eram tantas as miniaturas que fiquei a sentir-me um Gulliver e achei melhor continuar as minhas viagens para fora dali.

Resolvi mudar de caderno: o colorido dos brinquedos do edifício principal já não faziam sentido junto a uma trincheira da Grande Guerra...

No pavilhão, vários foram os pormenores que me atraíram: as alabardas cerimoniais de Macau, algumas armas de fogo de e chapéus de várias épocas.

Pormenores

Entretanto eram quase horas de fechar e regressei ao edifício principal, onde ainda tive tempo de encontrar o trabalho de um sketcher do séc. XIX.

A guarnição militar do Porto aclamando a Constituição no dia 24 de Agosto de 1820.
Sanguínea de Joaquim Vitorino Ribeiro

Durante os últimos minutos ainda deu para esboçar mais qualquer coisita.

Dolman de oficial de cavalaria
(esquema de cores)

Despedidas à parte, lá fomos tomar um café antes de apanhar o comboio de volta a Aveiro.

O mais engraçado é que tinha vivido dois anos na rua Ferreira Cardoso, mesmo ali à frente, e tinha deixado sempre a visita ao Museu Militar "para depois". Graças a este encontro reencontrei malta que já não via desde o liceu, conheci malta nova e provei o melhor croissant do Porto!

Bons retratos para dia 22.   =)

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